UM SOCO NO PEITO DA DEMOCRACIA
Ontem o Brasil assistiu boquiaberto a agressão a jornalistas proferida por seguranças de Nicolás Maduro. Entre os agredidos estava Delis Ortiz, jornalista política da Rede Globo, uma das principais apoiadoras e beneficiadas com a eleição de Lula, amigo e apoiador do ditador Venezuelano.
O soco recebido no tórax pela repórter é uma reprodução caricata da repressão socialista, imposta à população da Venezuela e caminhando a passos largos no Brasil. A pequena demonstração de força da tirania comunista sobre uma profissional da imprensa, mulher, funcionária de uma financiadora do governo brasileiro, mostra que ninguém está longe dos braços fortes da ditadura.
Por anos a fio, aqueles que hoje defendem Lula e seus amigos (obviamente incluindo Maduro, Ortega, Xi Ji Ping), bradavam contra atitudes deploráveis do governo militar, tortura, censura, restrições de liberdades individuais, prisões políticas. Todo esse teatro, manipulado pela esquerda, levou milhões de inocentes ignorantes a pedirem DEMOCRACIA. E hoje, estes mesmos inocentes, recebem do governo Lula e de seus tentáculos judiciários e legislativos, tudo que combateram, uma ditadura com o nome de Estado Democrático de Direitos!
Nicolás Maduro, socialista, fã de Che Guevara, Fidel Castro, apoiador de Ortega, Xi Ji Ping, Alberto Rodriguez, Lula, é o atual ditador da Venezuela, acusado dos crimes de tortura, assassinatos, prisões políticas, censura. Promove a maior crise humanitária da história da América do Sul, com 97% da população na pobreza, mais de 70% miseráveis, com o maior êxodo humano do continente e as piores taxas econômicas do planeta. Este genocida, no sentido literal da palavra, estava proibido de entrar no país, sob risco de prisão pelos crimes internacionais cometidos. Foi recebido com honras militares e afagado pelo presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, que falou à imprensa que as acusações contra Maduro eram narrativas, e que ele era um homem bom! Este "bom homem" enviou tropas da segurança nacional para suprimir protestos no país com tanques de guerra atropelando sua própria população. Este homem recebeu, no Brasil, segurança que impede o livre exercício da imprensa, incluindo a agressão física.
Olavo de Carvalho avisou aos militares que eles ainda prestariam continência aos comunistas que outrora eles combateram. O dia chegou. Defensores da democracia que acreditaram nas promessas de Lula, que equipararam Lula a Bolsonaro, que preferiram um criminoso contumaz a um bruto. Grupos políticos de centro-direita se aliaram aos majoritários grupos de esquerda em nome da pretensa justiça social e hoje são os infelizes "surpresos" com a ditadura socando seus peitos. Mas os militantes universitários, estes ainda adequam seu diálogo e suas narrativas. Justificam os erros, apoiam os crimes oficiais contra seus opositores políticos, mesmo que sejam seus amigos, familiares, sacerdotes, mesmo que o vilipêndio seja contra seu próprio Deus.
Martin Niemöller, pastor luterano, inimigo público de Hitler proferiu as famosas palavras:
"Quando os nazistas vieram buscar os comunistas, eu fiquei em silêncio; eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social-democrata.
Quando eles vieram buscar os sindicalistas, eu não disse nada; eu não era um sindicalista.
Quando eles buscaram os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era um judeu.
Quando eles me vieram buscar, já não havia ninguém que pudesse protestar."
A vinda de um ditador sanguinário socialista ao um país que se diz democrático é inaceitável, é repugnante, é criminosa. A maioria da população, inerte, fraca e temerária, se calará, afinal eles não são de direita! Alguns se revelarão, e serão açoitados pelo judiciário. Já aqueles que são de esquerda e defendem as práticas ditatoriais, um dia seram perseguidos e não haverá ninguém que possa protestar.
A democracia, como a jornalistas global, está levando socos no peito!
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